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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Valtar as atividades normais.

10ª Série de Encontros Estadão & Cultura - Especial Planeta - O Código Florestal
 
Palestra Cidade: São Paulo/SP
 
Data e Hora: Quinta-feira, 11 de agosto às 12h 30
 
Loja: Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - Bela Vista
 
Palestrante: Marina Silva (líder ambientalista, ex-candidata à
Presidência da República e ex-ministra do meio ambiente) e Rodrigo
Villela
 
Local: Teatro Eva Herz
 
Capacidade: 166 lugares

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Vale mais uma dica de educação.

Unicamp lança portal de conteúdos gratuitos


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou, no dia 25, o OpenCourseWare (OCW) Unicamp, portal desenvolvido para hospedar conteúdos das disciplinas dos cursos de graduação em formato digital, originários de disciplinas de cursos de graduação da universidade.
O objetivo da iniciativa é disponibilizar para a sociedade, de forma gratuita, materiais como textos, fotos, animações, apostilas e vídeos. O serviço já conta com 12 disciplinas de diferentes áreas do conhecimento.
“Para a Unicamp, é muito importante tornar esses conteúdos acessíveis à comunidade acadêmica e à sociedade em geral. Temos convicção de que cada vez mais professores se interessarão pelo uso dessa ferramenta”, disse o reitor Fernando Ferreira Costa.
A Unicamp é a primeira universidade pública do Brasil a contar com o OCW. A criação do portal começou a ser formatada há pouco mais de dois anos, por meio de um acordo com a Universia Brasil. Na oportunidade, o objetivo era lançar a ferramenta com dez disciplinas disponíveis.
“Assim que a atual administração assumiu, demos impulso ao projeto. Não foi uma tarefa trivial criar uma plataforma que contasse com recursos de edição simples e que observasse questões importantes como o respeito ao direito autoral”, disse Marcelo Knobel, pró-reitor de Graduação.
O trabalho de concepção da ferramenta ficou a cargo da Pró-Reitoria de Graduação, em conjunto com o Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE).
O acesso aos dados disponíveis poderá ser realizado de forma livre e sem custo. Não haverá necessidade de inscrição ou do cumprimento de outras formalidades. Entretanto, o usuário terá que estar de acordo com as condições previstas nos termos de Uso do serviço.
“No momento da publicação, o GGTE confere com o docente se os direitos autorais relativos aos materiais que compõem a aula foram observados. Se houver alguma dúvida, nós adiamos a publicação até que esse ponto seja devidamente esclarecido”, explicou o coordenador do grupo, José Armando Valente.
“Essa ferramenta certamente mexerá com uma série de situações, inclusive com métodos pedagógicos. O desafio que fica aos professores é fazer com que os conteúdos de suas aulas também possam ser aprendidos a distância”, disse Ricardo Fasti, diretor-geral da Universia Brasil.
A estrutura do OpenCourseWare Unicamp segue uma tendência mundial que possibilita ampliar a relação institucional com a comunidade, a exemplo do que ocorre no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, por meio do projeto MIT OpenCourseWare.
As informações são da Agência Fapesp.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Com o dinheiro gasto p/ construir o Rodoanel, faria-se os 200 Kms necessários de Metrô, não colocariamos em risco o abastecimento público e nem a qualidade de vida dos habitantes da Grande S. Paulo e preservarseria o pouco que resta da Mata Atlântica‏.

Metrô de São Paulo ainda é o mais lotado do mundo

Sábado, 23 de abril de 2011 - Repórter Diário

Da Agência Brasil
O metrô de São Paulo é o mais lotado do mundo. Diariamente, 3,7 milhões de pessoas circulam pelos 70,6 quilômetros de extensão da malha metroviária. Em 2008, quando foi considerado pela CoMet – um comitê que reúne os maiores metrôs do mundo – o mais lotado do mundo, São Paulo transportava 10 milhões de passageiros a cada quilômetro de linha. No ano passado, segundo a própria companhia, esse número passou para 11,5 milhões.
“Há uma estimativa mundial de que a cada 2 milhões de pessoas, deveríamos ter 10 quilômetros de metrô no centro urbano, ou seja, com seus 20 milhões de pessoas [vivendo] na região metropolitana, o metrô de São Paulo deveria ter 200 quilômetros”, disse Ciro Moraes dos Santos, diretor de Comunicação e Imprensa do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e operador de trem.
Segundo ele, o nível de conforto dentro do trem pela média mundial deveria ser de seis usuários por metro quadrado. Mas, nos horários de pico em São Paulo, Santos afirma que esse número algumas vezes chega a atingir 11 usuários por metro quadrado.
“O que temos observado nos últimos tempos é a queda do conforto [no metrô] por conta do aumento brutal da demanda a partir de 2005, decorrente do bilhete único e das integrações gratuitas com a CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos]”, disse José Geraldo Baião, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (Aeamesp).
Para Telmo Giolito Porto, professor de ferrovias da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, outro motivo que ajuda a explicar o aumento da demanda por esse meio de transporte é a qualidade do sistema. “O metrô é um pouco vítima de sua própria qualidade. O passageiro do metrô quer frequência e velocidade no trajeto total. O metrô de São Paulo tem essas características: é um sistema rápido, tem uma frequência bastante intensa, é seguro e limpo.”
Outro problema atual no metrô paulista é que, pela pouca quantidade de integrações entre as linhas, os passageiros do sistema acabam ficando sem opção de chegar ao seu destino se houver problema em uma delas. Isso ocorre, segundo o professor Porto, porque a malha ainda não está fechada, como ocorre em outros países do mundo onde há mais de uma linha para se chegar ao mesmo destino. “Nessas novas linhas que vão ser construídas teremos novas linhas radiais, que passam pelo centro e descarregam as atuais. Teremos algumas linhas que interligam as radiais e que vão permitir que se desafoguem pontos críticos”, afirmou ele.
Para suportar essa demanda crescente, Baião afirma que o governo precisa continuar investindo no sistema, com planejamento a longo prazo. Como metrô e trens são sistemas de alta capacidade, conseguindo transportar entre 50 e 60 mil pessoas por hora, o ideal seria continuar investindo no sistema e criando conexões entre os diferentes formas de transporte, tais como ônibus, monotrilhos e veículos leves sobre trilhos (VLTs). “Essa integração dos modais precisa ocorrer tanto fisicamente quanto por meio tarifário, com o bilhete único. Esse conjunto de medidas é que permite dar a solução para a questão do transporte nas grandes cidades”, disse Baião à Agência Brasil.
A base dos investimentos feitos no metrô de São Paulo são estaduais. Segundo o professor Porto, há uma previsão de que sejam investidos cerca de R$ 20 bilhões no metrô de São Paulo até 2020. Prazo em que ele considera possível atender à demanda da população, com as obras previstas.
A comparação mais frequente para demonstrar o atraso em investimentos no metrô paulista é feita em relação ao metrô da Cidade do México, que começou a ser construído praticamente ao mesmo tempo que o metrô de São Paulo, na década de 70, mas hoje com uma extensão de linhas bem superior.
“Mas acontece que a Cidade do México é a capital do país e, nas cidades em que são capitais, é o governo federal que investe pesadamente no sistema. O que não ocorre aqui no Brasil. O governo federal só colocou dinheiro na Linha 1, na década de 70. E depois nunca mais. O governo do estado é quem sempre teve que bancar”, explicou Baião.
Para o presidente da Aeamesp, o ideal seria que o transporte de São Paulo recebesse mais recursos do governo federal e que não fosse apenas por meio de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). “Falta mais apoio do governo federal nessa questão de transporte.”
Para ele, também é necessário que as políticas de uso e de ocupação do solo e de transporte sejam feitas em parceria, para beneficiar a população que mora nas periferias da cidade. “As políticas devem ser integradas para que as soluções não fiquem isoladas, sem eficácia”, defendeu.



Mudança no Código Florestal, é interesse de todos.

                       
Via Campesina: relatório de Aldo não tem apoio da pequena agricultura25 de abril de 2011
Manifestação da Via Campesina, ao lado de movimentos sociais e sindicais do campo e organizações ambientalistas, contra alteração do Código Florestal, no dia 7 de abril
Da Página do MST
O deputado federal Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator do projeto de reforma do Código Florestal, afirmou que o governo propõe o “extermínio" da agricultura familiar ao pedir que os pequenos produtores tenham área de reserva legal dentro de suas propriedades.
A declaração foi dada em entrevista ao portal G1, divulgada na quinta-feira.
Luiz Zarref, dirigente da Via Campesina Brasil, rebate a declaração do deputado, que utiliza a agricultura familiar como uma nuvem de fumaça para dar legitimidade ao seu projeto de flexibilização do Código Florestal.
“É absurda a ideia de retirar a Reserva Legal das propriedades camponesas. Nenhum movimento agrário pediu isso. Nem mesmo a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agriculturag (Contag), que está bastante próxima do deputado Aldo Rebelo, defendeu isso em suas propostas iniciais de alteração do Código”, afirma Zarref.
A Via Campesina Brasil congrega o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Associação Brasileira dos Estudante de Engenharia Florestal (Abeef), Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (Feab), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais.
Abaixo, leia os comentários de Zarref à entrevista concedida por Aldo Rebelo ao G1.
Pequena agricultura defende Reserva Legal
É absurda a ideia de retirar a Reserva Legal das propriedades camponesas. Nenhum movimento agrário pediu isso. Nem mesmo a Contag, que está bastante próxima do deputado Aldo Rebelo, defendeu isso em suas propostas iniciais de alteração do Código (no Grito da Terra de 2009). Ele fez essa brutalidade em seu relatório apenas para cooptar as bases, oferecendo uma resposta fácil.
No entanto, o estudo feito pela maior referencia da academia brasileira, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, deixa claro o que a Via Campesina já vem dizendo: as Reservas Legais aumentam a produtividade agrícola. Elas garantem a polinização das culturas plantadas, são refúgio para predadores naturais das pragas agrícolas, colaboram na adubação das unidades produtivas e garantem os corpos d'àgua, juntamente com as APPs.
Interesses internacionais
O Código Florestal é uma lei que defende os interesses nacionais e da sociedade brasileira, por isso o Estado historicamente garantiu uma repressão acima do descrito na lei, para jogar o povo contra a lei. Ele, como suposto comunista, deveria saber que a polícia não respeita a lei, mas sim os interesses repressores das elites. Mas o problema não é a lei, é a política do Estado brasileiro, que privilegia os grandes latifúndios e deixa para os pequenos o rigor das concepções ambientalistas conservacionistas, que não estão previstos na lei.
A entrevista do Aldo deixa evidente a nova trincheira que ele ocupa: a do agronegócio. Acusa a agricultura camponesa de ser ilegal, enquanto o latifúndio, histórico desmatador, é defendido como legalizado. Ataca o MST e defende os interesses das transnacionais, que hoje dominam a agricultura brasileira. Aldo critica as organizações sociais europeias e não faz nenhuma menção às grandes multinacionais da agricultura, que apoiam seu relatório.
As empresas de agrotóxicos, a maioria europeias como a Bayer, Basf e Syngenta, transformaram o país no maior consumidor de venenos agrícolas do mundo, sem alterar proporcionalmente a produção brasileira. Ele usa isso para confundir a sociedade, uma vez que a grande mídia está a seu favor. Especificamente, existem vários desvios graves na sua entrevista.
Quem defende o relatório do Aldo
Os maiores beneficiários são os latifundiários. Um indicativo é que 15 deputados serão diretamente beneficiados, todos eles ligados a bancada ruralista, incluindo nomes "de peso" como Paulo César Quartieiro (DEM) e Sandro Mabel (GO).
A agricultura familiar está apoiando a implementação da legislação prevista no Código Florestal, com a criação de um programa nacional de regularização ambiental em nível federal, enquanto o Aldo defende programas municipais e estaduais, sujeitos aos interesses da politicagem local.
Já está mais do que evidente que o deputado e suas propostas não tem apoio da agricultura familiar e camponesa. Nem mesmo a Contag - que é a confederação dessas entidades citadas por Aldo - tem saído em público para defender o relatório do deputado. Continuar a defender isso é mais uma prova do jogo sujo e dos interesses escusos do deputado.
Função social da propriedade
O ataque de Aldo ao instituto Reserva Legal é a prova cabal de que o deputado Aldo Rebelo abandonou o comunismo. A RL é um dos cernes da função social da propriedade. É uma inovação progressista, garantida pelos setores mais avançados da sociedade brasileira às vésperas do golpe militar. A RL garante que, independente dos interesses privados, do lucro, cada propriedade deve ter uma parcela destinada ao uso sustentável, já que as florestas são interesse de bem comum à toda sociedade brasileira. Ou seja, o deputado Aldo defende o império da propriedade privada, o mesmo discurso das elites agrárias e seus representes, desde a UDR até a CNA.
Quem mais preserva
A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, realizou pesquisa em supercomputadores e concluiu que 57% das APPs estão preservadas, ou seja, 59 milhões de hectares. Olhando o mapa gerado, comparando com o IBGE, fica bastante evidente que as aglomerações de agricultura camponesa e povos originários é onde se encontra as áreas com maior taxa de preservação.
Nós já defendemos o cálculo da APP como Reserva Legal. Isso já era permitido pelo atual Código, exclusivamente para a agricultura familiar. O difícil é o cumprimento disso por parte dos órgãos estaduais de meio ambiente, que normalmente são preservacionistas radicais. Mas não é nenhuma novidade o que o Aldo está trazendo.
Políticas públicas
Todo agricultor camponês tem seu pedaço de mata, pois usa para tirar remédios naturais, como fonte de lenha, de madeira para instrumentos e construções. Se existir uma política concreta, que possibilite o extrativismo dessas áreas, já está mais do que comprovado que essa área pode também ser uma importante fonte de renda diversificada para as famílias. A RL só não tem utilidade na lógica do agronegócio, que quer passar trator em tudo, jogar veneno em todas as áreas, transformar tudo em deserto verde e monocultura.
Recomposição fora da propriedade
É inaceitável a proposta de recompor ela em qualquer parte do mesmo bioma. O impacto agrário dessa medida será gigantesco. Latifúndios de São Paulo poderão comprar áreas no Paraná ou no Pernambuco, dizendo que estão recompondo suas RLs. Já é possível prever duas situações muito graves: as áreas da agricultura camponesa, normalmente mais baratas, sofrerão um grande aliciamento para serem vendidas e transformadas em RLs. Veremos uma nova expulsão em massa de camponeses. A outra é que latifúndios improdutivos poderão ser considerados como áreas de RL em recuperação, o que impedirá o processo de reforma agrária em várias regiões.
Fonte:
http://www.mst.org.br/node/11639

Estudo da SBPC e ABC foi apresentado


25/4/2011  segunda-feira, às 13h30, a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader; o engenheiro agrônomo Elibio Rech, da Embrapa, representando a Academia Brasileira de Ciências (ABC); o diretor da SBPC, José Antonio Aleixo da Silva; e o agrônomo Antonio Donato Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPA), deram uma entrevista coletiva, em Brasília.

Na ocasião, foram apresentados à imprensa os resultados dos estudos realizados por um grupo de trabalho, organizado pela SBPC e ABC, que analisou as questões relativas ao Código Florestal brasileiro à luz do conhecimento científico e tecnológico. Consubstanciados em um documento, os estudos fornecem dados e argumentos técnico-científicos para subsidiar as discussões em torno de mudanças no Código Florestal propostas no substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.876/99.

Entre os dias 25 a 27, exemplares do documento serão entregues aos presidentes da Câmara e do Senado e aos ministros da Casa Civil, da Agricultura, do Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia, da Educação e da Integração Nacional.

Link para o Livro:

"http://www.sbpcnet.org.br/site/arquivos/codigo_florestal_e_a_ciencia.pdf



Fonte : Gustavo Cherubine
Educação Energia Meio Ambiente
www.sociedadedosol.org.br
Planejamento Parcerias Projetos

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sacolinha grátis será banida até final do ano


Estado e associação prevê uso de embalagens ecológicas retornáveis ou biodegradáveis

Um acordo a ser oficializado em maio entre o governo do Estado e a Apas (Associação Paulista de Supermercados) prevê o fim da distribuição de sacolas plásticas até o final do ano.

A medida não possui força de lei, porém, espera-se uma grande adesão já que grandes redes tais como Pão de Açúcar/Extra, Carrefour e Walmart a aprovam. Por se tratar de uma atitude de um setor específico, ela não abarca outros tipos de comércio, tais como lojas e pequenos estabelecimentos, que poderão continuar a oferecer a sacolinha plástica.

O assunto foi adiantado pelo presidente da Apas, João Galassi, durante um encontro de empresários em Comandatuba (BA). A órgãos de imprensa, entre eles o portal R7 e a Folha de S.Paulo, Galassi disse que as sacolas plásticas serão substituídas por embalagens ecológicas, feitas à base de amido de milho, que é biodegradável e se decompõe em dois meses. Cada uma será vendida a R$ 0,19, o preço de custo. A médio prazo, a proposta é que todos usem sacolas retornáveis.

A medida foi implantada em agosto de 2010 em Jundiaí e conta com 75% de aprovação dos moradores.

No Estado, a associação irá distribuir cartazes e banners nos supermercados, já o governo ficará responsável por disseminar a ideia junto a escolas e órgãos públicos.

Sem lei

Tanto os vereadores da capital quanto os deputados estaduais tentaram pôr fim ao uso das sacolinhas plásticas em 2009. As duas leis aprovadas foram vetadas respectivamente pelo prefeito Gilberto Kassab e o então governador José Serra. O Estado justificou que era uma prerrogativa da União.

BH e Rio possuem leis que vetam uso.
 
Publicado em 25/04/2011 - Destak Jornal
                                                   

domingo, 24 de abril de 2011

Um òtimo Domingo de Páscoa.

Você conhece os benefícios de um ABRAÇO.

- Produz calor, sempre aquece o coração;
- Tem efeitos duradouros;
- Torna os dias mais felizes, torna viáveis os dias impossíveis;
- Faz a gente se sentir bem, abre passagem para os sentimentos;
- Constrói a auto-estima, alivia a tensão;
- Afirma a nossa natureza física;
- Contribui fundamentalmente para a saúde, tanto física quanto emocional;
- Não requer equipamento nem ambientação (qualquer lugar é lugar de um abraço), é só abrir os braços e o coração;
- É ecologicamente benéfico;
- Não tumultua o meio ambiente;
- É democrático, todos podem abraçar;
- É universal, em qualquer língua é sempre compreendido.
O abraço é o método simples de oferecer apoio, cura e crescimento.
É a forma perfeita de mostrar o que as palavras não conseguem dizer. A primeira qualificação para abraçar é o querer, todos têm uma capacidade natural para compartilhar abraços maravilhosos.


O que faz você, por exemplo quando está com dor de cabeça?
Ou quando está chateado ?Será que existe algum remédio para aliviar a maioria dos problemas físicos e emocionais?

Pois é, durante muito tempo estivemos a procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse o nosso bom humor, que nos protegesse contra as doenças, que curasse nossa depressão, que nos aliviasse de nosso estresse, que nos fizesse chegar próximo daquele com quem brigamos. Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos laços conjugais e que inclusive nos ajudasse a adormecer tranqüilos. Encontramos ! O remédio havia sido descoberto e já estava a nossa disposição. E continua ao alcance de nossas mãos. O mais impressionante de tudo é que, ainda por cima, não nos custa nada. Aliás, custa sim, custa um pouco de orgulho, um pouco de pretensão de sermos auto-suficientes, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem dependermos dos outros, um pouco de vontade de perdoar.

É o ABRAÇO ! O abraço é milagroso, É medicina realmente muito forte. O abraço como sinal de afetividade, de carinho e de perdão pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doenças, curar a depressão e fortificar os laços conjugais e familiares. O abraço é excelente tônico ! Hoje sabemos que a pessoa deprimida é bem
mais suscetível a doenças. O abraço diminui a depressão e revigora o sistema imunológico da pessoa. O abraço injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abraçada se sente muito mais jovem e vibrante. O abraço aumenta significativamente a hemoglobina na pessoa tocada. Para lembrar, hemoglobina é aquela parte do sangue que transporta o oxigênio para os órgãos mais vitais do nosso corpo, inclusive o cérebro e o coração.

O uso regular do abraço, por isso tudo, prolonga a vida, sara a depressão e estimula a vontade de viver, crescer e progredir.

Sabe quantos abraços você precisa dar por dia ?

04 __________ para sobreviver
08 __________ para manter-se vivo
12 __________ para prosperar

E o mais bonito, é que este remédio não tem contra indicações e não há maneira de dá-lo sem recebê-lo de volta !

sábado, 23 de abril de 2011

Emissão de CO2 cresce 58% em SP em 18 anos



As emissões de gás carbônico no Estado de São Paulo cresceram 58% entre 1990 e 2008, de acordo com o inventário de emissões de gases de efeito estufa, divulgado na manhã desta quarta-feira pelo governo do Estado. No período analisado, as emissões saltaram de 60,7 milhões de toneladas de CO2 para 95,7 milhões de toneladas de CO2.
A principal fonte de emissões no Estado é o setor de energia, onde está inclusa a queima de combustíveis fósseis pelo segmento de transportes. Em 2008, o setor energético foi responsável por emitir 85,3 milhões de toneladas de CO2. Entre 1990 e 2008, as emissões deste setor cresceram 51%. A segunda principal fonte de emissões em 2008 foi o setor industrial, com 12,2 milhões de toneladas de CO2. Entre 1990 e 2008, a variação deste setor saltou 260%.
O inventário de emissões de gases de efeito estufa do Estado de São Paulo é o ponto de partida para que sejam detalhadas as metas com que cada setor terá que se comprometer para o cumprimento da lei estadual de mudanças climáticas, aprovada pela Assembleia Legislativa em outubro de 2009 e regulamentada por decreto no ano passado. A lei número 13.798/2009 prevê que o Estado reduza suas emissões de gases que provocam o aquecimento global em 20% até 2020, com base nos dados de 2005.
Para cumprir a lei, o Estado precisará reduzir a emissão de cerca de 17,7 milhões de toneladas de CO2 até 2020, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira. Esse número representa uma estimativa abaixo dos 28,6 milhões de toneladas de CO2 divulgados no ano passado. Segundo João Wagner, coordenador do Programa Estadual de Mudanças Climáticas (Proclima), a revisão ocorreu devido a uma nova estimativa dos gases de efeito estufa liberados pelas mudanças no uso do solo. "Isso se deve à área verde crescente em São Paulo, por meio de preservação de florestas, e maiores áreas de proteção permanente."
Dividido em cinco grandes áreas - energia, agropecuária, indústria, mudanças no uso da terra e resíduos -, o inventário seguiu a metodologia de medição de gases de efeito estufa do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). "Não há como controlar a emissão de gases sem um inventário", disse Josilene Ferrer, secretária executiva do Proclima.

Estão querendo aprovar novas construções, como o trecho norte do Rodoanel, que irá passar pela Serra da Cantareira.



TRÊS REUNIÕES SOBRE O RODOANEL TRECHO NORTE


Dia 25/04 (2ª-f), às 19:30h: Debate sobre os impacto sócio-ambientais do Rodoanel Trecho Norte, na Casa da Cidade: rua Rodésia 398, Vila Madalena

Dia 27/04 (4ª-f), às 10h: Audiência Pública na Câmara Municipal de São Paulo: Viaduto Jacareí 100, plenário 1º de Maio, próximo à estação Anhangabaú do Metrô

Dia 03/05 (3ª-f), às 17h: Audiência Pública da DERSA no Instituto de Engenharia: R. Dr. Dante Pazzanese 120, Vila Mariana (próximo ao antigo Detran)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Música

Seu Jorge encerra o “2º Festival de Cultura de Suzano”

Redação em 12/04/11
O Município de Suzano, localizado na Grande São Paulo, comemora 62 anos no mês de abril. Para comemorar, foram preparadas diversas atividades com entrada Catraca Livre. Nos dias 29 e 30, em especial, será realizado o “2º Festival de Cultura de Suzano”, no Parque Municipal Max Feffer.
Shows, dança de rua, teatro, literatura e exposições, fazem parte do cronograma de atividades.O evento começa às 22h do dia 29. Já no dia 30,às 14h tem shows com os grupos: Dinho Araguaia e Banda, Magma Rock, Banda Termosfera, Samba da Toca, Rony e Cleiton, Deva Raja e Banda, Suburbaque Discotecagem, Combo Grooves (black music, música jamaicana e música brasileira). Quem encerra o festival é o cantor Seu Jorge, que sobe ao palco também por volta de 22h.

vale a pena conferir entrada no vasco kkkk

Feriadão: Para quem não foi viajar vale a dica.

Espetáculo circense “Manela e o show dela” no Sesc Pompeia

Nos próximos finais de semana, dias 23, 24, 30 de abril e 7 de maio, o Sesc Pompeia recebe a Palhaça Manela que apresenta o espetáculo “Manela e o Show dela”.
Uma brincadeira em que o encontro com o público e a participação de todos é fundamental. Por meio de músicas e objetos inusitados, com base no improviso e com o caráter totalmente relacional, tudo pode acontecer.

                                                                                       
Onde:
Sesc Pompeia
http://www.sescsp.org.br
Rua Clélia, 93 – Pompéia
(11) 3871-7700

                                                                     Tenha mais dicas no 

 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Medicina - Saúde : Falar palavrão pode aliviar dor física, diz estudo

Palavrões aumentariam ritmo de batimentos cardíacos e agressividade, o que diminuiria sensação de dor física.


Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.

No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.

Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.

Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.

O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões.

Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

"(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal", diz Stephens.

"Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje."

Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

Da BBC

Eu sabia disso, eu falei para os FDP, os $#$##@¨%¨&&&*(( , que isso me fazia bem seus @!$$%%¨&¨***((*&¨%%...


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Urbanismo: Crescimento desordenado II


O anti-planejamento
“Se há culpados pela enormidade dos déficits urbanos paulistanos, eles são a falta de um melhor planejamento, os desmandos imobiliários, a ausência maior do Estado”, diz Mário Pascarelli, coordenador do curso de pós-graduação de gerente de cidades da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). “O crescimento desordenado é antes efeito do que causa, embora agrave todos os outros problemas no seu bojo”.
A ironia é que é relativamente fácil mapear o caos que engolfou a cidade a partir das iniciativas dos seus planejadores. Embora hoje “escondidas” debaixo do desenho urbano que prevaleceu na Paulicéia, os ferimentos, cancros, enfizemas e artrites que elas provocaram ficaram constrangedoramente à mostra.
Estão num plano de avenidas proposto ainda em 1929 por Prestes Maia, plano que saiu apenas embrionariamente do papel e, por isso, condenou o trânsito da cidade a arrastar-se dentro de um modelo basicamente radioconcêntrico, de cidade pequena, no qual só é possível ir de uma região a outra pela acanhada malha da região central. A única opção são as duas permanentemente congestionadas marginais.
Zoneamento e outras restrições
Num sistema de transporte baseado substancialmente no automóvel, mesmo com as deficiências estruturais da malha. A rede de metrô possui apenas 68,8 km de extensão, e é antes do tipo estrutural que capilarizada, ou seja, tem de ser complementada por ônibus. Já estes trafegam por somente uma dezena de corredores exclusivos, sendo obrigados no restante da cidade a disputar espaço com os carros.
Metrópole repleta de rios e córregos, São Paulo teve o seu sistema hidrológico tamponado ou como que aprisionado em valas retilíneas de concreto, a começar pelos maiores rios, Tietê, Tamanduateí e Pinheiros. As várzeas foram ocupadas por avenidas de fundo de vale ou mesmo por construções, o que explica porque tantas enchentes.
Apesar das mudanças e aperfeiçoamentos pontuais, São Paulo conviveu durante décadas, a partir de 1972, com um zoneamento (decorrente do Plano Diretor do ano anterior, elaborado sob a batuta de Figueiredo Ferraz, prefeito da cidade entre 1971 e 1973) que previa a construção dos maiores edifícios “atrás” de uma malha de vias expressas, que acabaram não sendo implantadas por falta de recursos. Ou seja: para todos os efeitos práticos, a lei de zoneamento funcionou com base numa malha viária inexistente.
Além disso, os restritivos coeficientes de aproveitamento dos terrenos estabelecidos pela lei praticamente estimularam a cidade a se adensar topicamente, sem nenhuma uniformidade ou articulação com os sistemas viários e as infraestruturas locais disponíveis, com consequências desastrosas para o tráfego e para a manutenção das áreas verdes.
Os valorizados e os ignorados
A tentativa da ex-prefeita Marta Suplicy (PT) de estabelecer os limites de metros quadrados que poderiam ser construídos em cada distrito -previstos no Plano Diretor de 2002, ora em vigor- não funcionou enquanto esforço corretivo. O cálculo foi feito por baixo: levou-se em conta o desempenho do mercado imobiliário na década de 1990, que foi um dos piores da história paulistana. Como resultado, houve verdadeira corrida das incorporadoras na direção de alguns bairros valorizados, como Pinheiros, Moema e Itaim Bibi, que hoje estão quase saturados.
E por conta da decorrente especulação imobiliária (que encontra terreno fértil para crescer nesse modelo), as populações menos providas de renda estão sendo faz décadas expulsas para as periferias ou confinadas em favelas e áreas de risco, provocando um déficit habitacional reflexo, calculado hoje em 130 mil moradias, numa estimativa conservadora.
Enfim, o “crescimento desordenado” citado pelo prefeito Kassab tem origens e motivações históricas perfeitamente detectáveis, e citá-lo como a causa isolada dos problemas que afligem a metrópole, como, aliás, fizeram tantos políticos e urbanistas antes dele -bastando citar Figueiredo Ferraz e Anhaia Melo (que assumiu a prefeitura entre 1930 e 1931)- é mais do que retirá-lo do contexto: é também um pouco tentar culpar a vítima, no caso os próprios paulistanos.

ALBERTO MAWAKDIYE
Colaboração para o UOL.

Urbanismo: Crescimento desordenado, a consequência que se tornou causa dos males de São Paulo

Embora tenha registrado um crescimento populacional de não muito mais do que 800 mil moradores na última década -em 2000 apresentava 10,4 milhões de habitantes, hoje possui 11,3 milhões segundo o Censo 2010, um avanço modesto para uma metrópole de país em desenvolvimento- a cidade de São Paulo nunca transmitiu tanto a impressão de que está saturada e onde já é impossível se viver.
Uma pesquisa divulgada no último mês de janeiro pelo movimento “Nossa São Paulo” sobre o nível de satisfação dos moradores da cidade revelou que 51% dos habitantes da capital paulista mudariam para outro município, se pudessem.
É um índice só um pouco menor do que o do ano retrasado, quando a proporção de paulistanos com vontade de fazer as malas foi de 57%. Embora menor, o número continua equivalente à mais da metade da população.
As razões também continuam as mesmas. Além da má administração, o transporte coletivo caro e deficiente, o trânsito infernal (é comum para muitos paulistanos levar cinco horas no trajeto casa/trabalho/casa), a poluição, o lixo, as enchentes, a falta de áreas verdes, os impostos e a violência fazem parte da lista.
No bojo de tudo isso, a sensação de que a cidade cresceu demais e de maneira desorganizada, com impactos negativos sobre o acesso aos bens e serviços, à infraestrutura, à qualidade de vida e ao exercício da cidadania.
É, de fato, ao crescimento explosivo, fora de controle, em última instância, que muitos paulistanos atribuem a maioria das mazelas da cidade. Dessa leitura não escapam nem representantes do poder público, do que deu exemplo o próprio prefeito Gilberto Kassab (PSD) na última temporada de enchentes de verão.
  •   Para o prefeito Kassab, "a cidade cresceu desordenadamente onde não tem infraestrutura"
"Mais uma vez, o que causou os alagamentos foi não só o excesso de chuva, mas também o crescimento desordenado do município e a impermeabilização excessiva", afirmou o prefeito no último dia 21 de janeiro, ao explicar as inundações que naquele momento encobriam diversos pontos da cidade.

Senso comum

O fascinante na fala do prefeito não está apenas na obviedade do diagnóstico, que naturalmente poderia ser feito por qualquer cidadão. Mas, também, na sensação de que, apesar da expressão angustiada, ele não se incomodava com a vacuidade e o alto teor de senso comum presentes em sua análise.
Kassab já tinha convocado o “crescimento desordenado” para explicar, seis meses antes, porque em nove dos dez distritos que mais atraíram a atenção do mercado imobiliário desde o início da década o trânsito era a maior reclamação dos moradores.
“A cidade cresceu desordenadamente onde não tem transporte público, não tem metrô, não tem infraestrutura”, afirmou o prefeito. “Essas são as principais razões do crescimento desordenado da cidade e que levaram a esse caos."
De fato, é claro que ao crescimento desordenado se deve muito do travado trânsito paulistano, do transporte ruim, das inundações, dos milhões que habitam favelas e áreas de risco.
Só que, e isso também parece evidente, atribuir os percalços exclusivamente a ele, como se a desorganização no processo de crescimento urbano de São Paulo fosse uma espécie de entidade com vontade própria, equivale a explicar tudo não explicando rigorosamente nada. O que seria perdoável num cidadão, mas não em um prefeito.

ALBERTO MAWAKDIYE
Colaboração para o UOL.
Vale a pena ler muito interessante.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Essa é a primeira, imagina o que vem por aí.

Maria Bethânia pede verba de 1,3 milhão para criar blog

Site será dedicado a música e poesia
Maria Bethânia conseguiu autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão para a criação de um blog.
A assessoria da cantora não confirmou que o projeto já tenha sido autorizado pelo Ministério da Cultura.
O pedido ainda não foi aprovado pelo Minc. Por enquanto, ele está sendo avaliado para entrar na Lei Rouanet. O projeto ainda precisará de um patrocínio para ser levado em frente.
A ideia do site O Mundo Precisa de Poesia é mostrar vídeos diários de Bethânia interpretando grandes obras poéticas, com direção a cargo de Andrucha Waddington, responsável pelo documentário Pedrinha de Aruanda, da cantora.
Também segundo a assessoria, Bethânia está entusiasmada com a ideia.
A intenção é dar continuidade ao projeto Bethânia e as Palavras, que começou em 2009, no qual ela faz apresentações de música e recita poemas de autores brasileiros, portugueses e africanos, entre outros.
O projeto Bethânia e as Palavras esteve em cartaz por duas semanas no Rio de Janeiro, e ainda este ano irá a pelo menos mais quatro capitais do país: Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba.
Segundo o jornal, esta não é a primeira vez em que a cantora se envolve em uma polêmica ligada à captação de verba.
Há três anos, o Ministério da Cultura rejeitou um pedido de R$ 1,8 milhão para o financiamento de uma turnê, mas o então titular da pasta, Juca Ferreira, autorizou a captação de R$ 1,5 milhão.

Você que trabalha com Cultura e não consegue nada de verba e ou apoio, o que devemos fazer?
Como já ouvi por aí se ela vai ganhar esse dinheiro todo pelo menos melhora aquele cabelo, nossa......


Fonte:http://www.policiaepolitica.com.br/?p=9639